Notícias

Notícias gastronómicas ou ligadas à restauração, vinhos e afins.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Os benefícios do resveratrol para a saúde foram questionados durante anos. Agora, o seu mecanismo de acção foi desvendado.gp 070700402-W250


Quem diria que quando fazemos um brinde com vinho tinto e entoamos o proverbial "saúde!", estamos mesmo a falar literalmente? No entanto, é isso que mostra um novo estudo, publicado hoje na revista Science por David Sinclair, da Universidade Harvard (EUA), e colegas - entre os quais duas portuguesas.

Em 2006, a equipa de Sinclair publicava os primeiros resultados que sugeriam que o resveratrol, composto presente na casca das uvas, nos amendoins e nos frutos vermelhos, era capaz de prolongar a vida de ratinhos de laboratório. Criou-se então uma empresa, a Sirtris Pharmaceuticals (do grupo GSK), para desenvolver compostos de acção semelhante à do resveratrol.

Segundo Sinclair e colegas, o resveratrol agia estimulando a actividade de uma proteína, chamada SIRT1 (sirtuína 1). Mas a seguir, houve quem argumentasse que o resveratrol só agia em presença de compostos sintéticos específicos utilizados nas experiências - ou seja, em condições artificiais.

Entretanto, ao longo dos anos, foi-se acumulando uma massa de resultados que indicavam fortemente que em muitas espécies animais, incluindo a nossa, a SIRT1 protege, por sua vez, o organismo de doenças ligadas ao envelhecimento como o cancro, a Alzheimer, a diabetes. Os ratinhos que tomam resveratrol são relativamente imunes aos efeitos da obesidade e da velhice - e o composto aumenta a longevidade de leveduras, nemátodos, abelhas, moscas e ratinhos, lembra um comunicado de Harvard.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Doug Frost, Master of Wine e Master Sommelier norte-americano elegeu, segundo desafio lançado pela ViniPortugal, os 50 melhores vinhos para os EUA, resultado da análise de 500 vinhos portugueses.garrafas gelo

Dentro desta selecção, Doug Frost propõe ainda 10 Best of the Best, uma identificação dos melhores entre os melhores dentro do leque degustado, e Top 10 Best Values, uma sugestão dos vinhos que melhor se adaptam ao mercado norte-americano e melhor podem cativar os consumidores, pela excelente relação preço-qualidade.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Nesta lista, 45 vinhos são franceses, dois vêm dos EUA, um é alemão e um é australiano. De fora, ficaram os vinhos italianos e espanhóisrolha champanhe

O Vinho do Porto Quinta do Noval Nacional surge em 47.º lugar no top 50 dos vinhos mais caros do mundo, elaborado pelo motor de busca Wine-Searcher, com o preço de 710 euros.

Desta casa saiu, em março deste ano, o Porto Quinta do Noval Vintage Nacional 2003 considerado o melhor vinho do mundo.

Selecionado entre mais de oito mil vinhos de todo o mundo por Luca Gardini, o melhor sommelier do mundo em 2010, este vinho ganhou pela "extrema elegância e personalidade que respeita tradição".

Ver aqui filme de apresentação do vinho.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Dois vinhos portugueses, um moscatel e um vinho verde, foram hoje distinguidos em Londres na entrega de prémios da revista Decanter, uma daschampanhe mais reputadas publicações especializadas.

 

O Moscatel de Setúbal 2007 da Quinta da Bacalhôa ganhou na categoria de vinho fortificado doce a menos de 10 libras (13 euros), enquanto o Deu La Deu, Vinho Verde Alvarinho de 2010 produzido pela Adega Cooperativa de Monção, venceu na categoria de casta única a mais de 10 libras.

 

Os Prémios de Vinho da Decanter, revista que existe desde 1975, são uma das maiores competições mundiais e realiza-se em Londres desde 2004, sendo os vinhos julgados por com um painel de mais de 200 especialistas, por categorias de região e de preço.

 

As provas são cegas, sendo as medalhas de prata testadas duas vezes e os restantes até quatro vezes.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Chama-se 50 Great Portuguese Wine e é uma lista com meia centena de nomes de vinhos portugueses: 27 tintos, 18 brancos, umgp 070700402-W250 espumante e outros quatro vinhos fortificados.

A escolha é resultado de nove meses de provas feitas por Julia Harding, Master of Wine (o maior grau de formação de um especialista de vinhos) e assistente de Jancis Robinson, jornalista e crítica de vinhos do jornal The Financial Times.

A lista dos 50 melhores vinhos nacionais foi apresentada em Londres a 15 de junho. Julia confessa que o resultado das provas é "apenas a ponta do iceberg".

"Se eu fiz bem o meu trabalho, estes 50 vinhos representam a profundidade e a amplitude do notável mundo do vinho em Portugal. A sinergia de variedades de uvas nativas e de alta qualidade com a marcante paisagem e clima do país estão a ser criativamente expressas pelos seus viticultores que trabalham de forma dura e imaginativa.", afirma.

Notícias de restaurantes em destaque. Análises sobre a restauração, críticas e destaques.

Histórias de vinhos e bebidas licorosas. Mitos e verdades desta bebida alcoólica. Rankings e críticas de vinhos.

Notícias generalistas de gastronomia, tradições e ingredientes. Festas, feiras e outros eventos da doçaria e cultura nacional.