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Notícias gastronómicas ou ligadas à restauração, vinhos e afins.

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Um tetaki de atum de entrada e magret de pato para prato principal terão sido as escolhas do inspetor doqp 220600302 famoso Guia Michelin, numa das visitas que fez ao L’And, o restaurante do resort de luxo L’And Vineyards, situado em Montemor-o-Novo, que acabou por ser distinguido com uma estrela na edição de 2014 para Espanha e Portugal. A primeira estrela para o Alentejo.

“Nunca sabemos quem são porque chegam anónimos, entram, comem e pagam. Dizem que fazem três visitas num ano. Posso dizer que tenho quase a certeza de uma delas. Era um espanhol - normalmente são espanhóis - e vinha sozinho. Eles fazem a coisa bem feita, mas eu estou aqui no meio do Alentejo, tenho uma gestão de reservas muito cuidada e pressenti. Escolheu da carta, exatamente como qualquer outra pessoa”, contou ao Dinheiro Vivo o chef executivo do L’And.

Miguel Laffan, 34 anos, já consegue dormir, coisa rara no mês que se seguiu à boa notícia divulgada no final do ano passado, mas reconhece a enorme pressão a que está sujeito. Não só pelo aumento da clientela - uma estrela traduz-se, em regra, num aumento de 30% da faturação -, mas também porque agora vem o mais difícil: conseguir a segunda estrela Michelin e juntar-se a Hans Neuner, chef do Ocean, em Lagoa, e Dieter Koschina, chef do Vila Joya, também no Algarve (Albufeira).

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A contribuição portuguesa para a lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, eleitos pela revista Restaurant, esgota-se no Vilagarcon copo agua Joya, no Algarve, que subiu oito posições até ao 37.º lugar, num top dominado por americanos, franceses (ambos com 6 entre os melhores do mundo) e espanhóis (com 5 restaurantes no tip 50). A grande novidade é a queda do dinamarquês Noma, que deixa o primeiro lugar (depois de três anos) para o El Celler de Can Roca, dos irmãos Joan (chef) e Jordi (chef pasteleiro) Roca, há oito anos na lista.

Veja aqui a lista completa revelada esta noite, em Londres


A avaliação resulta de uma votação de mais de 900 profissionais da indústria da restauração, dividida em 26 regiões de todo o mundo. Cada região tem um painel constituído por críticos de comida, escritores, chefs e gastrónomos, que elabora uma lista em ordem de preferência baseada nas experiências gastronómicas dos melhores restaurantes dos últimos 18 meses, sem quaisquer critérios predefinidos.

Gerido pelos irmãos Roca em Girona, El Celler de Can Roca é celebrado por combinar pratos catalães com técnicas de cozinha avançadas, destacando-se como extraordinário o prato de camarão grelhado em carvão.

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Os estrangeiros acham-no demasiado forte, os portugueses sentem a falta dele sempre que saem do país. O que é?gp 070702201-W250

A adivinha pode ser de fácil resolução porque o café - a "bica" - é um dos elementos mais característicos da cultura portuguesa. O aroma, o barulho das chávenas e das máquinas fazem parte do imaginário do país e da cultura. E agora, o USA Today garante que Lisboa é uma das 10 melhores cidades do mundo para... beber café.

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Alguns dos melhores restaurantes da capital a preço de saldos até ao final do mêscopos

Arrancou esta quinta-feira a 8ª edição do Lisboa Restaurant Week, um conceito que se baseia na democratização de acesso à restauração de qualidade. Até dia 30, os melhores restaurantes da capital vão estar acessíveis a bolsas para as quais são normalmente proibidos.

Ao aderir ao conceito Restaurant Week, cada restaurante e cada cliente do menu Lisboa Restaurant Week está a contribuir também para causas sociais.

Para isso, os restaurantes aderentes à iniciativa, apresentam um menu especifico a um preço especialmente convidativo (19 euros + 1 euro = 20 euros), proporcionando o acesso à sua gastronomia, serviços e ambiente. O euro adicional é entregue a instituições de solidariedade.

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"Olha a bola de Berlim". A frase é conhecida e ecoa por muitas praias portuguesas. Há quem as faça e quem as compre em panificadoras a preços bemgarconete prato competitivos. A realidade é que saem mais ou menos ao preço de um gelado para o cliente, mas quem as vende consegue lucrar bem mais.

Nas praias, os preços da bola de Berlim com ou sem creme, variam entre os 1,20 e 1,50 euros, mas também já há quem arrisque a vendê-las por 2 euros. A maior parte dos vendedores têm contratos com panificadoras que asseguram a produção, vendem a preços baixos pelas grandes quantidades, aumentando as margens de lucro.

Uma panificadora de Lisboa explicou ao Dinheiro Vivo que na capital as bolas saem da panificadora a cerca de 0,50 cêntimos, valor três vezes menor do que aquele pelo qual são depois vendidas ao público.

No Algarve a procura nas Panificadoras é muito superior - e maior ainda a margem que os vendedores conseguem obter. Os pedidos chegam normalmente às duas centenas, por um preço de 0,35 euros por bola, como explicou Maria da Luz, responsável por uma Panificadora de Albufeira. Contas feitas, as bolas vendidas na praia chegam garantem um retorno de 328% para os vendedores.

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