Restaurantes

Notícias de restaurantes em destaque. Análises sobre a restauração, críticas e destaques.

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TheFork - uma empresa do Grupo LaFourchette -  é uma plataforma online de reservas gratuitas em restaurantes líder na Europa, utilizada por mais de 24,000 restaurantes e 6,5 milhões de pessoas por mês.

O TheFork (antes conhecido por BestTables) negoceia as melhores ofertas com os restaurantes, até 50% de desconto sobre a fatura das refeições. Trata-se de um benefício mútuo: os gerentes dos restaurantes aumentam as reservas e os utilizadores usufruem de preços reduzidos!

O website do TheFork tornou-se a referência na seleção de restaurantes de qualidade (com muitos destes estabelecimentos presentes em guias gastronómicos de prestígio). E para ajudar na escolha do restaurante ideal para cada ocasião, os utilizadores podem contar com mais de 3.7 milhões de críticas e comentários fidedignos dos clientes que fizeram reservas e relatam as suas experiências.

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Em italiano, "da noi" pode significar, entre outras coisas, "na nossa casa". Para Ana Mendonça, gerente do restaurante que abriu garcon copo aguarecentemente em Matosinhos, o nome funciona tanto como um convite aos clientes como uma forma de apresentação do espaço, despretensioso e familiar.

Depois de vários anos na Suíça, Ana resolveu voltar para Portugal e abrir este espaço com o marido, que trabalhava já em gastronomia italiana. Mas este não é um restaurante italiano comum. Além de não haver pizzas, muitos dos pratos fundem as gastronomias portuguesa e italiana.

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O hotel The Yeatman é o melhor hotel vínico do Mundo, segundo os "Wine Tourism Awards 2014", garrafas geloorganizados pela revista Drinks International, que divulgará os vencedores de todas as categorias na edição deste mês e na ProWein - a maior feira de vinhos do mundo, que se realiza em Dusseldorf, na Alemanha.

O júri do concurso que já vai na terceira edição justificou a escolha do hotel vínico de luxo do Porto com "“a deslumbrante localização e enquadramento do hotel, o conceito vínico bem pensado e transversal a todos os serviços do hotel, a gastronomia de referência premiada com Estrela Michelin, a garrafeira e ainda as instalações do Vinothérapie® Spa by Caudalie”.

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Chegando a Alcácer do Sal e virando para o interior em direcção ao Torrão, a Natureza apresenta-se mansa, sob a forma de pinheiros, e a estrada hipnotiza-nos em suavesvale gaio curvas que fazem da viagem um prazer tão grande como a chegada. Vira-se para a barragem do Vale do Gaio, dita Trigo de Morais, construída entre 1936 e 1949. Alimentada pelo rio Xarrama, o maior afluente do Sado, ela define a paisagem sobre a qual repousa a Pousada de Vale do Gaio “S. Salvador”, liderada desde 20000 por Vasco Gallego, que lá passa os 3 meses do Verão e todos os fins de semana. Gallego é um anfitrião ímpar, que dispensa carinho aos seus clientes, o que é logo notório nos pormenores do deque exterior com vista sobre a albufeira, ou o conforto da sala comum da recepção do hotel. Já a sala de refeições usufrui do mesmo ambiente confortável, ao qual se liga o vislumbre da água e da paisagem envolvente que se estende ao redor.


Vamos para a mesa. Aparecem entradas em formato de queijo de cabra com geleia de piripíri e frasquinhos de picante caseiro com avisos explícitos de cuidado, e percebemos ao que viemos. Aqui faz-se uma cozinha onde a origem é fundamental, e depois a confecção é dedicada e rigorosa “como lá em casa.” Na prática, a oferta do restaurante reflecte o gosto de Vasco Gallego por bem receber, bem comer, e bem dar de comer. A demonstração desta afirmação chega logo a seguir, quando chega o pão, ou melhor, as rendas de pão, cortado inacreditavelmente fino e depois torrado, a contrastar com a humidade gulosa da broa de milho. Azeite fino sobre um dente de alho e flor de sal, manteiga, está feito o couvert (€2,90).

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Situado em Alcácer do Sal, onde vamos seguindo o rio para aportar ao Hortelã da Ribeira, antes chamado A Descoberta.pimentos recheados

Uma esplanada em deque sobre o passeio, uma entrada pouco cuidada, um balcão de café e sobremesas algo datado, uma casa de banho mesmo sui generis instalada em dois cilindros gigantes unidos por uma porta côncava exactamente no meio da sala de jantar, uma decoração que se apoia na antiga história de taberna mas depois rematada a ponto-cruz, na verdade nada disto augura nada de bom. Felizmente, sei ao que vim, e o que me traz aqui é a cozinha.

Ao entrar logo vou observando os comes das outras mesas, e listando mentalmente pitéus que me apetece provar. Helena Fidelis, a proprietária e chefe de cozinha esteve na inauguração do restaurante A Escola, em 1996, tendo ficado apenas um ano. Em 1998 abriu o seu Hortelã da Ribeira, que se mudou para este local em 2008.


Ao sentar é difícil resistir ao excelente pão alentejano (€1,70) macio e de miolo quase húmido, com um queijo de ovelha curado (€3,70) à moda de merendeira de Nisa, apesar de ser o tipo de queijo mais adaptado ao fim da refeição. Não foi possível resistir aos ovos com espargos do campo (€7), com os espargos longos apenas ligeiramente salteados em azeite, a estalarem crocantes no dente, e os ovos espalhando-se gulosos e húmidos pela travessa. Eu diria que a preparação poderia ligar melhor os dois produtos, que apareceram quase separados, mas como eram ambos excelentes, não fez mal.